A arte da distorção, o pecado da mentira e a conivência com o pecado














“Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos”.

O último treino de Fórmula 1 para o GP de Japão foi bastante complicado, várias bandeiras vermelhas causadas por acidentes paralisaram o treino umas três ou quatro vezes, em uma dessas vezes fui até o canal onde o pr. Silas Malafaia apresenta seu programa, e apesar, de a pseudo-profecia do sr. Morris Cerullo iniciar com um “você que está me vendo hoje”, o pr. Silas não se cansa de a repetir, assim a gente pode ver quase todo dia... ela está sempre se “renovando”... não é uma “benção”? ele ainda costuma dizer: “essas são as últimas semanas que vou apresentar a palavra profética do dr. Morris Cerullo, você não pode perder!” Já perdi então...

Pois bem, o doutor/senhor/pastor/profeta/apóstolo/semideus Morris Cerullo citou para fundamentar sua profetada o versículo anteriormente escrito, e que se encontra no capítulo 28 do livro de Deuteronômio, versículo 2.

A distorção aqui é medonha, detestável... absurdamente usada apenas para satisfazer o deus desses falsos profetas, a saber, seus próprios ventres. Morris Cerullo fala como se aquela palavra tivesse sido preparada para a tal profecia que ele hoje coordena para arrecadar reai$ utilizando-se das escrituras sagradas.

Quando lemos o versículo 1 entendemos que Deus está falando para Moisés que as bênçãos alcançarão o povo se eles cumprirem a Lei, não a profecia do Morris Cerullo.

Poderia escrever uma dissertação sobre a fajuta profecia, mas muito já foi escrito, quem tem ouvidos ouça, quem tem olhos veja... pois como diz o versículo 18 do capítulo 27 de Deuteronômio:

“Maldito aquele que fizer o cego errar o caminho”.
Creio que estão bem longe das bençãos o sr. Morris Cerullo e aqueles que por conveniência são coniventes com o pecado deste homem... exceto se eles acharem o “ter prosperidade” superior ao “ser um nome” escrito no Livro da Vida.

Deus pegou no meu Bilau!

É lógico que você ficou escandalizado com o título desse artigo, não era para ser diferente, você é um brasileiro que cresceu com toda cultura e tradição católica latino americana onde os órgãos sexuais são as partes sujas e vergonhosas do corpo humano.

Mas não é assim que Deus vê e nem que a bíblia fala do seu e do meu órgão sexual, a bíblia está cheia de referências boas sobre o sexo e sobre os órgãos sexuais, mesmo percebendo claramente que os tradutores tentaram disfarçar.

Na narração de Gênesis 2.7 vemos Deus esculpindo o homem do barro, isso foi um escândalo para os outros povos e religiões, principalmente para os gregos que acreditavam que nenhum deus poderoso poderia tocar na matéria, principalmente no barro como um operário fazia. Hoje não temos a dificuldade de acreditar que Deus, na criação, sujou a mão de barro, mas temos tremenda dificuldade de aceitar que Deus esculpiu o homem todo, até mesmo o pênis e o saco escrotal. Isso por causa da nossa cultura que passa de geração para geração, dizendo que os órgãos sexuais são algo sujo e profano, quase como um mal necessário.

Mas os judeus entenderam que o corpo do ser humano, os órgãos e principalmente o sexo era algo separada, sublime!

É interessante ver que, na nossa cultura, o que nos distingue externamente como povo de Deus, muitas vezes é a roupa, o terno. Na cultura judaica o povo era distinguido por uma marca no pênis. Hoje quando vamos fazer um juramento colocamos a mão na bíblia, mas os judeus colocavam a mão nos órgãos genitais de quem eles estavam fazendo o juramento, como o servo fez com Abraão ao jurar trazer uma esposa para Isaque (Gn24.2). E o mais interessante que permanece até hoje é que nós, homens, quando vamos fazer xixi lavamos a mão antes de sair do banheiro, os judeus lavam ao entrar, antes de pegar no pênis, pois sabem que o que vão pegar é algo sagrado, esculpido e separado por Deus.

Se aprendermos a olhar para nosso corpo com uma visão mais bíblica, com a visão de Deus, teremos muito mais cuidados com ele. Se entendermos que o próprio Deus esculpiu cada pênis e vagina, esculpindo para sua honra e glória, não os colocaríamos em qualquer lugar.

Demorou para eu entender, mas hoje creio que Deus formou cada um com suas próprias mãos, todas as partes do nosso corpo, assim como o pênis e por isso somos tão especiais. Vejo que, por Deus ter pego no meu bilau, tenho certeza que não quero profanar meu corpo e sim honrá-lo, usando da forma que Ele planejou.



Fonte: http://marcosbotelhodojv.blogspot.com/

Free Hugs

Não há mais como não dizer que a vida é surpreendente. Isso está completamente fora de questão. Embora haja divergências entre aceitar as surpresas bem ou mal, é inaceitável dizer que não somos surpreendidos o tempo todo. Segunda-feira, à noite, em uma despretensiosa conversa na casa do Lindão com Pércio, Durock e ele, enquanto falávamos sobre garotas e contávamos piadas ruins, fomos completamente surpreendidos pela vontade de abraçar pessoas. Inspirados pela imagem da campanha na internet e incentivados pelo Durock estaríamos no dia seguinte (terça-feira) com meias, chinelos, cartazes de “ABRAÇOS GRÁTIS” e sorrisos cativantes. Sem lenço e sem documento.

“Beleza! Vamos nós quatro e quem mais vier é lucro.” Padilha e Henrique (Presunto) se juntaram a nós na empreitada Free Hugs numa terça atípica em Itaperuna. Fazia frio e não tinha Rush na Hora do Rush. Padilha (fingiu que) orou antes de sairmos.

Saímos da casa do Pércio por volta das quatro ou cinco da tarde, sem muito otimismo, confesso, sentimento que se reforçou quando o primeiro retorno da campanha foi uma buzinada de ônibus. Revigorante. É necessário que se leve em conta também que seis garotos, pitorescamente vestidos, com cinco cartazes, numa tarde de férias, querendo dar abraços, não passam muita credibilidade...

AQUELE ABRAÇO...

No início tínhamos uma conta. Até o instante do primeiro abraço eram: Uma buzinada; uma cantada; um sorriso; e zero abraços. Depois de uns 200 ou 300 metros de agonia (perdoem minha falta de noção de espaço) duas senhoras abriram as canjicas e perguntaram: “Mas como é que é esse negócio aí?” Legal. A partir de então já começamos a pensar que tinha valido a pena. As mulheres foram gentis e rasgaram ceda com a gente: “Se tivessem mais uns três de vocês o mundo seria melhor!” Depois de uns 20 metros a cena se repetiria com um senhor conhecido.

A RODOVIÁRIA

Minha mãe não gosta da rodoviária. E acredito que o mesmo valha para os outros empreiteiros. É o lugar que, em geral, as pessoas escolhem para ficarem bêbadas. Foi lá que paramos a primeira vez pra ver o movimento. E lá também que a coisa se aprofundou. Ficou mais do que claro que o Brasil é bastante machista, e isso não é legal. As mulheres não se constrangiam e algumas até pediam abraços. Os homens, em sua maioria (pra não correr o risco de ser injusto), respondiam com o clássico: “Cê ta doido...” Foi na saída que um homem, um pouco efeminado, admito, nos perguntou o motivo daquilo e, relutante, nos abraçou, pensando até o fim estarmos em algum tipo de travessura maquiavélica.


A LUA NA CALÇADA...

Atravessamos até a grande calçada que divide Itaperuna em duas. Muita gente passava. Uns olhavam e estranhavam enquanto outros olhavam e achavam estranho. Mais uma vez o pessimismo estava presente e precisávamos rapidamente de um conhecido. Apareceram os conhecidos. O bacana é que eles serviam de exemplo. Como disse Donald Miller: "Algumas vezes você precisa ver alguém amar alguma coisa antes de você mesmo conseguir amá-la. É como se a pessoa estivesse mostrando o caminho." Nos abraçávamos, fazíamos um pouco de espetáculo e ganhávamos mais sorrisos um pouco à frente. Em mais um dos botecos de Itaperuna foi bonito ver todos aqueles caras cheirando à cerveja nos abraçando e desejando coisas boas depois de incentivados por um mais gordo. Não estávamos tão mal das pernas...

GÉZUIS!

O nosso primeiro encontro com o Jesus se deu de forma bastante inusitada; mais uma vez acompanhado por umas belas doses de álcool. Paramos diante do esforço de um senhor para ler os cartazes e, como ele aparentemente não enxergava um copo além do seu nariz, resolvemos oferecer os abraços via fala. Ele foi receptivo e nos acolheu como uma galinha. Abraçou um por um e começou a pregação. Falou sobre amor ao próximo e nos teceu alguns elogios, dizendo o quanto o que estávamos fazendo era importante. Demos crédito, embora ele parecesse falar em um dialeto cambojano e continuamos ouvindo sua história que dizia que quem não fosse batizado iria queimar no fogo eterno. Beleza. A gente se despediu e cada um seguiu seu caminho.

No segundo encontro com o Jesus nos arrependemos de não termos pedido ao cara do primeiro encontro a receita de andar cambaleando. Era um cara com jornais da Universal que nos abraçou pra fazer propaganda da igreja. Ficamos um pouco constrangidos, demos um pouco de corda, falamos como crentes, pegamos os jornais e, em seguida, o caminho da roça.

ENCONTRO MERCADO

Padilha se despediu. Entramos no último mercado da avenida pra contornarmos e voltarmos pela beira-rio no sentido oposto. Mais uma vez as mulheres foram mais receptivas e nos abraçaram sorrindo logo de cara. Os homens do caixa, elegantemente disseram umas frases reveladoras: “Porra, se tivesse mulé a gente abraçava!” Em um dos corredores uma senhora foi bastante enigmática. Ficou olhando sem conseguir entender as letras garrafais dos cartazes até ouvir a tradução de uma fulaninha que passava ao lado: ”Abraços grátis!” A senhora respondeu com um simpático “Ah, gostei”. Aproveitando-nos da situação e certos da hospitalidade corporal da pequena senhora, oferecemos nosso produto e tivemos que ouvir o NÃO e ver a hospitalidade das costas da senhora; como uma faca nas nossas.

DANI-SE

A beira-rio foi o Simão de Cirene do Free Hugs. Descansamos os braços tendo de levantá-los pouquíssimas vezes. Uma dessas vezes foi pra acenar a um moleque no Half Pipe. Longe de olhos responsáveis e provavelmente não só por isso, “o moleque era o capeta!” Correu até a beira do Half gritando e debochando alegremente. Oferecemos abraços meio que como pérolas para aquele porquinho sacana e os mandamos pelo ar. Durock, costumeiramente, fez piada. “Recebe aí por Bluetooth” O rapaz confundiu Bluetooth com Youtube e nós seguimos nossa peregrinação.

Paramos, em seguida, na casa da Dani, companheira nos incentivos via twitter, e excelente programadora de temporizadores em máquinas fotográficas. Batemos um papo rápido e conquistamos mais uma para a próxima andança. As fantasias já foram inclusive providenciadas. Pelo menos agora os caras do mercado não têm mais desculpas.


EU VOLTEI PRAS COISAS QUE EU DEIXEI...

Saímos da casa da Dani e pensamos em abraçar a estátua do prefeito. Ele estava com a mão levantada... Por motivos de risco não fizemos nada. Paramos na Igreja com uns colegas e nos desfizemos de mais dois: Durock e uma certeza estranha de uma volta sem “nooossa’s” ficaram por lá mesmo. Logo na saída fomos abordados por três jovens excessivamente simpáticas. “Vão só ficar andando com os cartazes, não vão abraçar, não?” Explicamos a tática do sorriso e uma delas falou uma verdade: brasileiros não curtem ler. Sugerindo a participação de um Trio Elétrico na próxima viagem.

Poucos metros depois foi a nossa vez de sermos machistas e preconceituosos. Um frentista aplaudiu a campanha e pensamos ser uma espécie de ‘ironia concisa e hermética’. Oferecemos abraços pra não corrermos o risco da taxação de MUITO antipáticos e fomos surpreendidos por um harmonioso “Chega aê”. O camarada e seus dois amigos foram bastante agradáveis e por fim perguntaram se éramos da igreja. Respondemos com um “praticamente” e saímos satisfeitos.

Depois do trajeto de volta completo nos desfizemos do Henrique e seguimos até a casa da Paula, da comissão de prestação de contas. Apresentações, uma conversa agradável, tímida e algumas fotos; era o fim da nossa primeira Free Hugs.

PROCURANDO BEM TODO MUNDO TEM PEREBA

Brancos, negros, bêbados, rabugentos, idosos, professoras de português, senhoras engraçadinhas, machistas, efeminados, crentes, avôs, irmãos de amigas, semi-conhecidos, garotas mal-educadas, garotas fumantes, o Padilha... Não houve quem nos escapasse. Ou melhor, houve sim (tinha gente safada que até fingia usar o telefone ou alegava alergias das mais absurdas). O importante foi descobrir que um abraço pode mudar o dia de alguém, pode fazer surgir sorrisos, e quebrar barreiras preconceituosas. O importante foi descobrir que pequenos gestos, podem estar carregados de significação e alguma outra coisa que ficaria muito melosa pra um texto de macho. Abraços sinceros, abraços de urso, UPAS, abraços revitalizantes, e o melhor de tudo: abraços grátis!

[Título]

Interjubas

Não poderia faltar um post sobre o Interjubas no blog.
Gente, só tenho uma coisa pra dizer pra quem não foi, só lamento!
Foi a primeira vez que tinha ido a um evento desse porte, única coisa que não gostei é que tinha muito crente, lugar onde tem muito crente já viu como é né. To zuando gente.
Muita gente bonita também, inclusive eu (to zuando de novo. Nossa, hoje eu to muito sem graça), acho que nem vou prolongar muito o assunto porque se não vou falar M.
Como toda festa de crente sempre tem que ter a hora da bagunça, no Interjubas não podia ser diferente, quando começou a tocar umas musicas não muito boas mas animadas eu logo fui pra frente, fui nas costas do Vitãoo, cara gente boa , então ai fui nas costas do Vitão quando cheguei lá na frente que fui lembrar que eu tava dentro da igreja, ai eu pensei “ agora F*** já fiz a merda” meu cérebro começou a me deixar confuso se aquilo que eu fiz estava certo, não sei se foi meu cérebro ou Deus, acredito que tenha sido Deus porque meu cérebro ultimamente anda meio lerdo.
Depois que acabou a bagunça, bagunça não, o período de louvor, fomos para o aniversario da Dani, uma das partes da história que eu mais gostei.
Cara, eu nem sabia quem era ela e nem sabia onde ela morava, mas mesmo assim eu fui. Chegando à casa dela tinha umas meninas amigas dela (gente boa pra caramba ),a gente ficou conversando, mas só fui dar os parabéns a Dani na hora de ir embora .



Deixo aqui minhas desculpas públicas à Dani por ter ido ao seu aniversario de penetra .
E também gostei de ter conhecido suas amigas.



Um beijo pra Luísa, Lilian, GABI, Thaís, Samara Saraiva e pra todos vocês que perderam o tempo lendo mais um de meus texto loucos.

Insignificante

Tamyres eu queria começar pedindo desculpas por não ter ido La na sua escola, desculpa mesmo cara.
Eu acordei hoje pensando em que eu ia escrever pra você eu não queria escrever o que tudo mundo escreve (conte sempre comigo) isso você já sabe e também já ta chato isso.
Por mais que eu fale acho que ainda não consigo dizer tudo o que eu realmente sinto.
Cara às vezes Deus coloca pessoas insignificantes em nossas vidas, pessoas que não fazem falta alguma em nosso dia a dia, mas se pararmos para pensar essas pessoas são as que mais tem significado .Não quero ser seu melhor amigo muito pelo contrário quero ser aquela pessoa insignificante em sua vida.

Agradeço a Deus por ter conhecido você e sua família.

Espero que essa nossa amizade nunca se acabe.

God Bless You.

Eu sou o Problema

[Tudo não passa de retórica vistosa sobre amar você.
Eu nunca tive pensamento altruísta desde que nasci.
Sou um mercenário egoísta o tempo todo;
Quero Deus, você, todos os amigos apenas servindo a mim.

Paz, garantia, prazer, são as minhas metas.
Eu não consigo me arrastar um centímetro fora de minha pele;
Eu falo de amor – o papagaio de um professor pode falar grego
Mas, preso dentro de mim, sempre acabo onde comecei.]




Hoje em dia a população só sabe falar mal de político principalmente eu. Eu não estou satisfeito em ter o Claudão como prefeito mas cheguei a conclusão que Eu sou o grande problema da cidade estar assim.
A realidade e que eu passo o tempo todo pensando em mim mesmo satisfazendo o meu próprio ego, seis bilhões de pessoas vivem nesse mundo e só consigo pensar em uma - Eu
Enquanto estou na igreja gritando aleluia e falando que eu sou crente tem um monte de gente morrendo sem Deus. Costumo dizer que se Deus estivesse aqui na terra Ele não estaria na igreja ,estaria no boteco La da esquina ou em uma roda de pessoas fumando maconha.



Deixo aqui minhas desculpas públicas por pensar que o Claudão é um safado, reconhecendo que o safado disso tudo sou EU.